Vacina da gripe para pessoas com doenças crônicas

Doenças Cronicas Para Vacina Da Gripe

As doenças crônicas podem aumentar o risco de complicações graves causadas pela gripe. É importante que as pessoas com condições médicas crônicas sejam vacinadas anualmente contra a gripe, pois isso pode ajudar a prevenir complicações e reduzir os sintomas associados à doença. A vacinação é uma medida preventiva eficaz e recomendada para indivíduos com doenças crônicas, oferecendo proteção adicional contra possíveis complicações decorrentes da infecção pelo vírus influenza.

TRANSMISSÃO:

A disseminação acontece principalmente de indivíduo para indivíduo, através de pequenas gotículas respiratórias liberadas quando uma pessoa infectada tosse, espirra ou fala perto de alguém suscetível.

Doenças Crônicas e a Vacinação contra a Gripe

Os sintomas mais comuns da gripe incluem febre, mal-estar no corpo, dor de garganta, tosse e dor de cabeça.

Diferenças entre Gripe e Resfriado: O que você precisa saber

A diferença principal entre a gripe e o resfriado está na intensidade dos sintomas e no local afetado nas vias respiratórias. Em geral, os sintomas da gripe são mais fortes, enquanto os do resfriado são mais leves e têm uma duração menor.

Complicações potenciais da Gripe (Influenza) em indivíduos com doenças crônicas

Algumas condições consideradas de risco são a doença pulmonar crônica (como asma e DPOC), problemas cardíacos (como insuficiência cardíaca crônica), doenças metabólicas crônicas (como diabetes), imunodeficiência ou imunodepressão, gravidez, doença renal crônica e hemoglobinopatias. As complicações são mais comuns em idosos e pessoas com outras condições médicas. Entre essas complicações, as pneumonias bacterianas secundárias são bastante frequentes e podem ser causadas por agentes como Streptococcus pneumoniae, Staphylococcus ssp e Haemophillus influenzae.

Uma complicação incomum, e muito grave, é a pneumonia viral primária pelo vírus da influenza. Nos imunocomprometidos, o quadro clínico é geralmente mais arrastado e, muitas vezes, mais grave. Gestantes com quadro de influenza no segundo ou terceiro trimestre da gravidez estão mais propensas à internação hospitalar.

Comorbidades para vacinação contra a gripe: quais são?

A doença cardíaca crônica é um termo amplo que engloba várias condições relacionadas ao coração. Uma delas é a doença cardíaca congênita, que se manifesta desde o nascimento e pode afetar a estrutura ou função do coração. Outra condição comum é a hipertensão arterial sistêmica com comorbidade, em que a pressão sanguínea elevada está associada a outras doenças.

A doença cardíaca isquêmica ocorre quando há uma redução no fluxo de sangue para o coração devido à obstrução das artérias coronárias. Isso pode levar à angina (dor no peito) ou até mesmo ao infarto do miocárdio.

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A insuficiência cardíaca é outra forma de doença cardíaca crônica em que o coração não consegue bombear sangue suficiente para atender às necessidades do corpo. Isso resulta em sintomas como falta de ar, fadiga e inchaço nas pernas.

Para prevenir ou controlar essas condições, algumas dicas práticas podem ser seguidas. Manter uma alimentação saudável e equilibrada, rica em frutas, legumes e fibras, ajuda na saúde cardiovascular. Reduzir o consumo de sal também é importante para controlar a pressão arterial.

Praticar atividades físicas regularmente contribui para fortalecer o músculo cardíaco e melhorar sua capacidade de bombeamento. Além disso, evitar tabagismo e limitar o consumo de álcool são medidas eficazes na prevenção da doença cardíaca crônica.

É fundamental também realizar exames médicos regulares para monitorar a saúde do coração, como medição da pressão arterial e dos níveis de colesterol. O tratamento adequado das condições subjacentes, como diabetes ou obesidade, também é essencial para prevenir complicações cardiovasculares.

Prevenção de doenças crônicas através da vacina contra a gripe

A imunização contra a gripe é uma das principais formas de prevenir a doença, suas consequências graves e até mesmo mortes. Além disso, ela ajuda a diminuir a disseminação do vírus na população, principalmente entre pessoas que possuem fatores ou condições de risco.

Orienta-se ainda a adoção de outras medidas gerais de prevenção para toda a população. Tais medidas são comprovadamente eficazes na redução do risco de adquirir ou transmitir doenças respiratórias, especialmente as de grande infectividade, como o vírus da gripe e do coronavírus, embora não substituam vacina:

A fim de prevenir a propagação de doenças, é importante adotar medidas simples de higiene. Lavar as mãos regularmente com água e sabão ou usar álcool em gel é essencial, especialmente antes de comer. Além disso, é recomendado utilizar lenços descartáveis para limpar o nariz e cobrir a boca ao espirrar ou tossir. Evitar tocar os olhos, nariz e boca também ajuda a reduzir o risco de contaminação. É fundamental evitar compartilhar objetos pessoais como talheres, pratos, copos ou garrafas.

Manter os ambientes bem ventilados contribui para uma melhor circulação do ar e diminui as chances de transmissão de doenças respiratórias. É necessário evitar contato próximo com pessoas que apresentem sinais ou sintomas gripais e também aglomerações em espaços fechados – sempre procurando manter os ambientes arejados.

Lembramos que estas são apenas algumas orientações básicas para ajudar na prevenção da propagação das doenças infecciosas.

Quais doenças a vacina contra a gripe protege?

A profilaxia no SUS protege contra:

– Vírus A (H1N1)

– Vírus A (H3N2)

– Vírus da gripe B

Doenças Crônicas e a Vacina da Gripe: Uma Relação Importante

Se você estiver enfrentando dificuldade para respirar, notar que seus lábios estão com coloração azulada ou roxeada, sentir dor ou pressão abdominal ou no peito, tontura ou vertigem, vomitar persistentemente ou ter convulsões, é importante procurar a Unidade Básica de Saúde mais próxima.

Grupos com condições e fatores de risco para complicações: quem são e como tratar?

A seguir, apresento uma lista de grupos que são considerados prioritários para receberem cuidados especiais em relação à saúde. Esses grupos incluem:

– Mulheres grávidas em qualquer fase da gestação;

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– Mulheres no período pós-parto até duas semanas após o parto, incluindo aquelas que tiveram abortos ou perdas fetais;

– Adultos com 60 anos de idade ou mais;

– Crianças menores de 6 anos, sendo que as menores de 2 anos têm maior risco de hospitalização e as menores de 6 meses apresentam maior taxa de mortalidade;

– População indígena residente em aldeias ou com dificuldade de acesso aos serviços médicos;

– Pessoas com doenças pulmonares, como a asma;

– Indivíduos com problemas cardíacos (exceto hipertensão arterial);

– Pacientes com doenças renais;

– Pessoas com problemas hepáticos;

– Indivíduos afetados por distúrbios sanguíneos, como a anemia falciforme;

– Pessoas com distúrbios metabólicos, incluindo diabetes mellitus;

– Aqueles que possuem transtornos neurológicos que podem comprometer a função respiratória ou aumentar o risco de aspiração (como disfunção cognitiva, lesões medulares, epilepsia, paralisia cerebral e síndrome Down);

– Indivíduos imunossuprimidos (seja por uso medicamentoso ou pelo vírus da imunodeficiência humana);

– Pessoas obesas (com Índice de Massa Corporal – IMC ≥ 40 em adultos);

– Menores de 19 anos que fazem uso prolongado de ácido acetilsalicílico (com risco de Síndrome de Reye).

Esses grupos são considerados prioritários para receberem atenção especializada, visando a prevenção e o tratamento adequado das condições relacionadas à saúde.

Informações importantes para gestantes e puérperas

A vacinação contra a influenza é recomendada para gestantes em qualquer fase da gravidez, pois elas estão mais suscetíveis a doenças graves e complicações. Não é necessário apresentar comprovação de gravidez para receber a vacina, basta que a mulher informe seu estado gestacional.

Todas as mulheres que estão grávidas ou até 45 dias após o parto, conhecidas como puérperas, são consideradas elegíveis para receber a vacinação. É necessário apresentar um documento válido que comprove o período pós-parto durante a campanha de vacinação. Exemplos desses documentos incluem certidão de nascimento, cartão da gestante ou qualquer outro documento fornecido pelo hospital onde ocorreu o parto.

Esquema de doses para crianças: como será?

Crianças entre 6 meses e menos de 6 anos que já foram vacinadas contra a gripe em anos anteriores só precisam receber uma dose da vacina em 2023. No caso das crianças indígenas, a vacina é recomendada para aquelas com idade entre 6 meses e menos de nove anos.

Existem restrições para a vacina da gripe em casos de doenças crônicas?

A vacina não deve ser administrada a crianças com menos de 6 meses de idade e a pessoas que tiveram reações alérgicas graves em doses anteriores também não devem receber doses subsequentes.

Diferenças entre os vírus H1N1, H3N2 e tipo B

Atualmente, existem três tipos de vírus influenza: A, B e C. Os dois primeiros são responsáveis por epidemias sazonais em várias partes do mundo, enquanto o último geralmente causa casos mais leves.

A influenza tipo A é composta por diferentes subtipos, como o A (H1N1) e o A (H3N2). Já a influenza tipo B se divide em duas linhagens: Victoria e Yamagata. Apesar das variações genéticas, todos os tipos de influenza podem causar sintomas semelhantes, incluindo febre alta, tosse, dor de garganta, dores de cabeça e no corpo, calafrios e fadiga.

O H3N2 é uma cepa do vírus Influenza A, que é conhecido por causar a gripe comum e resfriados. Essa variante se espalha facilmente entre as pessoas através de gotículas liberadas no ar quando alguém gripado tosse ou espirra.

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Quais são os critérios para receber a vacina da gripe?

A vacina da gripe tetravalente 2024 é recomendada para todas as pessoas a partir de 6 meses de idade, especialmente aquelas que têm maior probabilidade de desenvolver infecções respiratórias graves. Essa vacina protege contra quatro tipos diferentes do vírus influenza, incluindo os subtipos H1N1 e H3N2.

As doenças crônicas são um fator de risco importante para o desenvolvimento de complicações decorrentes da gripe. Pessoas com condições médicas como diabetes, doenças cardíacas, pulmonares ou renais, além de indivíduos imunossuprimidos ou com obesidade mórbida, estão mais suscetíveis a apresentar sintomas graves quando infectadas pelo vírus influenza.

É fundamental ressaltar que a vacinação anual contra a gripe é uma medida preventiva eficaz para reduzir o risco dessas complicações em pessoas com doenças crônicas. Além disso, ao se imunizar contra a gripe, também contribuímos para diminuir sua disseminação na comunidade e proteger aqueles que não podem receber a vacina por motivos médicos.

Portanto, se você possui alguma doença crônica mencionada anteriormente ou faz parte do grupo considerado vulnerável à infecção pela gripe, é altamente recomendado buscar orientação médica e garantir sua imunização através da vacina tetravalente disponível no ano vigente. Lembre-se sempre: prevenir é melhor do que remediar!

Por que a vacina da gripe não me protege totalmente?

Após receber a vacina contra a gripe, é possível que algumas pessoas apresentem sintomas semelhantes aos da doença. No entanto, isso não significa que a vacina tenha causado a infecção. A vacina contra a gripe é composta por vírus inativados, o que significa que eles estão mortos e não podem se multiplicar no organismo humano. Portanto, é impossível desenvolver a doença através da aplicação dessa vacina.

É importante ressaltar também que o efeito protetor da vacina leva cerca de 15 dias para ser alcançado após sua administração. Durante esse período, ainda existe uma chance de contrair o vírus influenza caso haja exposição ao mesmo. Por isso, é fundamental continuar tomando medidas preventivas como lavar as mãos com frequência e evitar contato próximo com pessoas doentes.

A presença de alguns sintomas após tomar a vacina pode ocorrer por diferentes motivos. Primeiramente, existem outros tipos de vírus respiratórios circulando durante o período em que ocorre campanha de imunização contra a gripe. Além disso, os indivíduos podem ter sido expostos ao vírus antes ou logo após receberem a dose da vacina.

Composição da vacina contra a gripe

A Vacina Influenza Trivalente é uma vacina contra a gripe que contém antígenos de superfície chamados hemaglutinina e neuraminidase. Cada dose da vacina, que é administrada por injeção, contém 0,5 mL do líquido e possui 15 microgramas do antígeno hemaglutinina para cada cepa de vírus recomendada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) para a temporada.

As doenças crônicas são condições de saúde duradouras ou recorrentes que geralmente exigem cuidados médicos em longo prazo. Exemplos comuns incluem diabetes, hipertensão arterial, asma e doença cardíaca. Pessoas com essas doenças têm maior risco de complicações graves se contraírem a gripe.